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02/05/2011

Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.
E devido aos inúmeros projetos profissionais, cada vez mais as mulheres adiam o sonho de serem mães. O "momento certo" de engravidar para aquelas que têm o desejo de ser mãe sempre chega, para algumas mais cedo e para outras mais tarde, mas sempre chega.
Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.
Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.
Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.
Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.
Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.
Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:
Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.
Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.
Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.
Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH.
Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.
Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozóide, seus espermatozóides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.
Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.

01/05/2011

DIA D: Brasil vacina 6,4 mi contra a gripe

DIA D: Brasil vacina 6,4 mi contra a gripe
Em um balanço parcial, o ministério da Saúde informou neste sábado (30) que 6,4 milhões de brasileiros já foram vacinados contra a gripe. O número representa 22% do público alvo da campanha, que começou nesta segunda-feira (25) e segue até o dia 13 de maio.

O balanço foi fechado às 17h10, mas os números continuam a ser contabilizados.

Entre as 8h e as 17h, todos os 33 mil postos de vacinação do país ficaram abertos para vacinação de idosos, crianças pequenas, indígenas e profissionais de saúde, contra a gripe. O evento nomeado de Dia de Mobilização Nacional da Vacinação contra a Gripe tem o objetivo de reforçar a campanha de vacinação.

A meta do governo é vacinar ao menos 80% das 30 milhões de pessoas do público-alvo, ou 24 milhões de pessoas.

Além de idosos com mais de 60 anos e indígenas, devem receber a dose durante a campanha gestantes, crianças maiores de seis meses e menores de dois anos e profissionais de saúde.

Esta é a primeira campanha de vacinação contra a gripe, que existe desde 1999, que incluiu crianças, gestantes e profissionais de saúde.

As doses da campanha também irão imunizar a população contra a gripe A H1N1, popular gripe suína. Os grupos foram definidos por apresentarem maior chance de complicações e, no caso de médicos e enfermeiras, para evitar a transmissão da doença durante o atendimento.  


R7

Depressão materna e o impacto no bebê


Ninguém pode negar a importância da presença da mãe para o desenvolvimento e crescimento, em todos os aspectos, da criança. A mamãe precisa ter energia física e psíquica para acompanhar todas as etapas da vida do seu filho, protegendo-o, traduzindo o mundo e satisfazendo as necessidades da criança.
A mamãe é a pessoa que dá a oportunidade do bebê conhecer o mundo, oferecendo o equilíbrio que a criança precisa para organizar todas as novidades que chegam diariamente.
Se a depressão materna acontece, principalmente se ocorrer na infância ou adolescência dos filhos, um grande impacto no comportamento e intelecto recai sobre essas crianças.
Desde o nascimento, o bebê precisa da ajuda da mamãe para conseguir sentir-se seguro, confiante e poder se desenvolver motor e cognitivamente. Uma mãe depressiva nessa época torna-se ausente e empobrecida de estímulos para seu filho.
O bebê já demonstra irritação com essa atitude depressiva, sendo um bebê choroso, tendo mais diarréia que um bebê com uma mãe não depressiva, não tem um contato visual constante com sua mãe ou com estranhos. A interação desse bebê com o mundo é precária e ele se identifica mais com o rosto de alguém triste do que com um alegre. Viu como um problema da mãe pode gerar tanto nó na cabecinha do bebê?
Futuro depressivo - Uma criança que tem a mãe depressiva tem maiores chances de desenvolver alterações emocionais, uma depressão, por exemplo, assim como a mãe.
Essas mamães têm problemas de impor limites: às vezes são permissivas demais e outras rígidas demais. Essa dificuldade faz com que as crianças, principalmente entre os 18 e 42 meses, tenham dificuldade de se relacionar com seus amiguinhos, criando relações inseguras e desorganizadas, com problemas claros de comportamento.
Alguns estudos realizados demonstram maiores índices de dificuldades escolares, seja por déficit de atenção ou distúrbio de aprendizagem, maior comportamento de risco e maior número de acidentes com os filhos de mães depressivas.
Um grupo de pesquisadores publicou um artigo na revista Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry em janeiro de 2007 relatando o comportamento de adolescentes cujas mães apresentavam episódios depressivos. Verificou-se maior número de usuários de drogas ilícitas, iniciação precoce da atividade sexual e maiores taxas de abandono escolar.
Os filhos, desde pequeninos, espelham-se bastante no comportamento materno. Proteção, acolhimento, apoio e correção colocados pela mãe são cruciais na formação e consolidação da personalidade das crianças.
Dicas
O apoio da família, terapêutico e social é importante para que as mães depressivas possam exercer sua função de protetora.
Um pai presente pode amenizar os riscos negativos que a depressão materna acarreta na vida dos filhos.
Quanto antes a depressão for tratada, menor será o impacto no desenvolvimento das crianças.Fonte:guiabebe.uol.com.br

Cuidados no tratamento de um bebê prematuro


Graças ao avanço tecnológico e ao conhecimento na área da medicina, muitos bebês que antigamente nasciam antes do tempo e morriam hoje estão sobrevivendo e se desenvolvendo. Alguns bebês crescem com as sequelas de um nascimento prematuro, enquanto outros se desenvolvem normalmente.
Mesmo com um desenvolvimento dentro do esperado, as crianças prematuras necessitam de um olhar mais atento. Estudos mostram que uma criança que nasceu prematuramente necessita mais de atendimentos na área de saúde do que os bebês a termo, isto é, que nasceram no tempo correto.
A doutora Beatrice Larroque e o doutor Pierre-Yves Ancel, pesquisadores de uma universidade da França, analisaram 2901 bebês prematuros nascidos entre a 24ª e 32ª semanas de gestação e 667 bebês a termo nascidos entre a 39ª e 40ª semanas de gestação.
Todos os bebês foram analisados ao nascer e aos cinco anos de vida seguindo testes médicos e cognitivos. O resultado mostrou que as crianças prematuras têm uma incapacidade motora maior do que as crianças que nasceram no tempo certo da gestação.
No grupo das crianças prematuras, 5% apresentaram uma incapacidade severa, 9% uma incapacidade moderada e 25% uma pequena incapacidade. Já no grupo das crianças a termo, os números caem: 0,3% para as incapacidades severas, 3% para as moderadas e 8% para as incapacidades menores.
Os autores concluem que essa pesquisa é importante para que os equipamentos da saúde sejam melhores estruturados para uma intervenção precoce, ajudando a amenizar as incapacidades dessas crianças e a orientar as famílias.
Também relatam a importância de mais estudos com essas crianças quando maiores para verificar o quanto de dificuldades escolares irão apresentar, precisando ou não de educação especial.
Dicas
Se seu filho for uma criança prematura, acompanhe seu desenvolvimento juntamente com profissionais qualificados.
Não é porque seu filho nasceu prematuro significa que terá alguma incapacidade.
Quanto menor for a gestação, maior o risco da criança precisar de cuidados especiais.
guiadobebe.uol.com.br

Compartilhando a vida social e escolar de seu filho


Quando a criança entra na idade pré-escolar, entre três e seis anos, seu universo torna-se muito maior, com infinitas e profundas transformações.
Surge a possibilidade de contato com crianças da mesma faixa etária, porém com diferenças de raça, credo, valores e costumes. Novos amigos, brincadeiras e aprendizados.
Criança na escola
A criança retorna para casa ao fim do período escolar cheia de novidades, boas ou não. De qualquer forma, é um novo ser com novas histórias para contar e vivenciar.
Cabe à família interessar-se pelo que tem a dizer, prestar atenção e ouvir, carinhosa e verdadeiramente, pois a criança é muito esperta e percebe quando o adulto deseja encerrar ou encurtar a conversa. Aos poucos, vai deixando de compartilhar suas experiências.
Após essa fase, ou seja, a partir dos seis anos, ela entra efetivamente na idade escolar. Tem início um período de maior desenvolvimento intelectual e social. É capaz de fazer mais coisas, vai se tornando mais independente e assumindo novas responsabilidades, tais como: fazer a lição de casa, cumprir horas de estudo, alguns trabalhos domésticos, incluindo arrumação e organização de seu próprio quarto.
A cada capacidade conquistada, sente alegria e orgulho de si mesma e, evidentemente, espera o mesmo de sua família para poder validar estes sentimentos de auto-afirmação.
Quando isto não acontece, sua auto-estima despenca terrivelmente. Ela se sente frustrada, depreciada e sem motivação para perseverar e vencer.
De alguma maneira, os adultos responsáveis por ela deveriam refletir sobre o que é fundamental de fato na educação infantil e priorizar, sem cobrança mais tarde. Para a criança de qualquer idade, os cuidados básicos quanto à saúde física, não bastam. Ela necessita se sentir amada, desejada e apoiada. Precisa que os pais estejam presentes não só no lar, mas nas atividades escolares e sociais. Deseja compartilhar sua vida dentro e fora de casa para se sentir pertencente à família, saber e sentir que tem lugar na família e no mundo.
Como seu universo social durante a maior parte do tempo é na escola, esta oferece às crianças atividades intra e extracurriculares, como: feiras de ciência, teatro, esportes, festas comemorativas, palestras para pais e alunos e a criança espera que eles participem e colaborem.
Assim, muitos pais se engajam na Associação de Pais e Mestres, participam de reuniões em que os professores dão retorno sobre o aproveitamento escolar de seus filhos, vão assisti-los em competições esportivas e recreativas. Enfim, há muito o que pensar e contribuir.
Óbvio que a criança não quer pais superprotetores, que não permitam sua independência e exercício de suas capacidades recém-adquiridas, como também não desejam pais alienados, que não sabem e não participam de seu desenvolvimento fora do lar.
Nessa faixa etária, a criança começa a experimentar dormir longe dos pais, seja na casa de familiares ou amiguinhos mais chegados e trazê-los para dormir em sua casa. Assim, os pais também têm que procurar conhecê-los antes e a suas respectivas famílias, até para facilitar a decisão se ele pode ou não dormir fora de casa.guiadobebe.uol.com.br
Algumas crianças evitam participar de eventos nos quais são mais expostas, por timidez, insegurança ou medo de fracasso. Os pais devem ficar atentos e tentar compreender o que se passa, que mensagem estão querendo transmitir e apoiá-los, tentando modificar essas atitudes.
Incentive seu filho a fazer amizades, convidar seus amigos a frequentar sua casa. Promova passeios infantis com interesses próprios da idade e permita que ele escolha um ou dois coleguinhas para acompanhá-los.
Caso não obtenha resultado positivo, peça ajuda ao pedagogo ou psicólogo da escola para uma orientação mais profissional e capacitada.
É fundamental perceber que a comunicação com seu filho deveria se iniciar muito precocemente e se tornar um processo contínuo, um hábito sadio por toda a vida. Não perca a possibilidade de poder dialogar com ele e de compartilhar todos os momentos possíveis e necessários.
Ana Maria Morateli da Silva Rico

30/04/2011

Cuidado redobrado com a pele do bebê


A pele do bebê é bem diferente da pele dos adultos. Ela é mais fina - cerca de metade da espessura da pele de um adulto -, tem menos pelos, as glândulas que produzem o suor ainda são imaturas e as células que produzem a coloração da pele estão em menor atividade.
Por tudo isso, a pele da criança é muito sensível ao calor e a luz do sol, precisando ser constantemente protegida. É muito comum o aparecimento de brotoejas (entupimento das glândulas sudoríparas) principalmente no calor. Com o suor obstruído em função da brotoeja, cria-se uma inflamação, causando irritação na pele.
O bebê também tem uma maior dificuldade em manter a temperatura do corpo, sua pele fina e sensível não lida bem com o frio e calor, já que sua camada de gordura localizada sob a pele é pouca e não faz um bom isolamento térmico. Em temperaturas mais amenas o ideal é agasalhar bem os bebês e no calor sempre estar de olho para que as brotoejas não apareçam.
E por ser muito fina, a pele da criança absorve muitas substâncias, sejam substâncias tóxicas ou não. Deve-se tomar muito cuidado com o que passar na pele desses pequenos, pois podem desenvolver bolhas ou feridas ao serem expostas ao calor, irritantes químicos, traumatismo ou doenças inflamatórias.
Sabonetes específicos, por favor, mamãe - A pele dos adultos produz um óleo para lubrificar e agir contra as bactérias. A pele do bebê não produz óleo de maneira suficiente, então banhos em excesso principalmente com sabonetes fortes é prejudicial, pois pode ocasionar irritação e diminuir a proteção contra as bactérias.
O banho deve ser rápido e com sabonete de PH neutro, preferencialmente no umbigo, pescoço, axilas e área das fraldas, regiões onde as bactérias se proliferam mais facilmente.
Outra preocupação que deve ser constante desde cedo é com o câncer de pele. Crianças de até seis meses de idade não podem usar os protetores solares devido à ação tóxica desses produtos que podem provocar alergias. Nesse caso, o uso de bonés, roupas, guarda-sol e a não exposição da criança, de qualquer idade, ao sol das dez da manhã as quatro da tarde são essenciais para a proteção e prevenção de doenças de pele dos bebês.
Assaduras são até comuns em crianças, mas não devem ser consideradas normais. A assadura se deve ao contato da pele do bebê com a urina, principalmente em lugares abafados e com dobras. As mamães devem redobrar a higiene do bebê, secá-los muito bem e utilizar somente produtos orientados pelo pediatra da criança.
Outra alteração de pele que atinge de 30 a 50% dos recém-nascidos é uma mancha vermelha que aparece geralmente na testa, pálpebras, lábio superior, entre as sobrancelhas ou nuca, conhecida popularmente como "Bicada da Cegonha". Esta lesão normalmente desaparece sozinha à medida que a criança cresce.
Qualquer que seja a reação na pele que o seu filho apresente, leve-o sempre ao médico para receber as orientações devidas. Qualquer produto, caseiro ou não, pode piorar a lesão que o bebê apresenta na pele.
Dicas
Evite o excesso de sol em horários de “pico”, das 9 às 16 horas, lugares muito quentes e ambientes fechados para que o seu bebê não tenha problemas de brotoejas.
Ensine a sua criança e crie o hábito desde pequena para que use o filtro solar, roupas, chapéus, óculos e evite exposição ao sol do meio dia.
Não se desespere se seu bebê nascer com alguma marca de nascença. Procure o pediatra e tire suas dúvidas. A grande maioria das manchas é benigna.         fonte:http://guiadobebe.uol.com.br

17/04/2011

Recurso de Cássio é devolvido ao gabinete de Joaquim Barbosa


A Procuradoria Geral da República devolveu na noite desta sexta-feira (15) ao gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, o Recurso Extraordinário que pedia a revisão da decisão do Tribunal Superior Eleitoral que negou a candidatura do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao cargo de senador.
O parecer da PRG mantém o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba que negou, em primeira instância, o registro de candidatura do paraibano baseado na nova lei da Ficha Limpa. No entanto, apesar de negar o recurso, o Ministério Público, que a procuradoria representa, cumpriu apenas com o que foi solicitado pelo ministro e emitiu sua “opinião” sobre o caso.
O parecer apenas segue o protocolo, até porque foi solicitado antes da decisão plenária sobre a Lei da Ficha Limpa no STF. Portanto, volta às mãos do Ministro Barbosa e cabe a ele apreciar novamente o recurso, desta vez levando em consideração a decisão colegiada.
Apesar de não ter prazo para julgar esta ação em específico, a partir de agora, o recurso de Cássio pode ser julgado a qualquer momento. Assim como vários outros que também estão “na fila” dos processos da Ficha Limpa.